Caverna de Platão Digital
Olá queridos amigos e leitores,
Nos últimos meses passei algum tempo focado em pesquisas, trabalho e projetos pessoais, o que me permitiu a coleta e geração de informações relevantes para a respeito da cibercultura.
Alguns de meus artigos “fogem” do caráter técnico e orbitam nos conceitos e na prática de como o ser humano/usuário/consumidor tem contribuído e moldado a evolução do mundo social digital. E o artigo que compartilho abaixo faz parte do meu ciclo de pesquisas, envolto com a minha percepção sobre o consumidor do futuro, o Consumidor 3.o.
A Caverna de Platão Digital, é um artigo de caráter científico e não pretende convencê-los de nada. Minha intenção é apenas provocar as sensações humanas que existem dentro do estereótipo do consumidor da sociedade Capitalista.
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Viu? Simples assim. Agora que você já possui o artigo em mãos tenha uma boa leitura e volte aqui neste post para discutirmos as ideias. Sua visita e comentários são sempre uma honra.
Aproveito também para agradecer aos amigos Fernanda Moreira e Giulio Conte, pela revisão realizada no conteúdo.
Boa leitura a todos.
Danniel Sistons -
Acabei de ler o artigo.
Antes de tudo, seria bom você fazer uma versão em inglês e divulga-lo. Fiquei pasmo em ver como você apresentou o artigo. Coisas que eu me questionava faz um tempo, mas nunca parei para colocar em palavras, por pura preguiça.
Quanto aos tablets da ‘maçã’ cada vez mais eu acredito que ter algum produto deles é mais questão de status do que de necessidade.
Por exemplo: Não vejo necessidade em ter um celular com uma câmera de 7 Mpixels se eu tenho uma máquina digital com 12 Mpixels.
Me corrija se eu estiver errado, mas notei que o marketing está cada vez mais agressivo, não no sentido de violência, mas na forma como somos apresentados aos produtos. Diariamente somos bombardeados com propagandas, que acabam nos levando a acreditar em coisas que na verdade não passam de jogos psicológicos, ‘se você não possui o produto X, você não se enquadra ao nosso meio’, até parece aquela expressão ‘LOSER’.
A proposta da Google ao filtrar os emails mais relevantes é interessante, mas não acho necessária. Ao deixar um algoritmo ‘pensar’ por mim, perco uma das duas coisas que me difere dos outros animais. Me restando apenas o polegar. E agora o que fazer? Posso perder o polegar a qualquer hora. Perdendo os polegares e deixando um algoritmo selecionar minhas mensagens, passo a ser um animal que foi adestrado.
É complicado saber se eu respeito as regras do sistema ou se sou um ‘marginal’, estou em cima do muro nesse aspecto.
Enfim, poderia passar a noite inteira pensando, filosofando, discutindo sobre isso, mas acho que já falei demais.
Gostei do artigo e volto a repetir, faça uma versão em inglês e disponibilize-o para novos horizontes.
Victor Gonçalves -
Daniel, obrigado pelo comentário. Sobre a versão em EN, é uma ótima ideia; obrigado novamente :).
Suas reflexões são corretíssimas. O apelo do marketing na divulgação de novos serviços ou produtos tem atuado principalmente em questões psico-sociais (ter um produto para se sentir diferenciado é um destes jogos).
A ideia não é apenas mostrar o que está acontecendo com a sociedade, mas mostrar que tudo o que acontece é provocado pela globalização, que simplesmente age em função do lucro sem se importar com as questões sociais ou ambientais. E quando refletimos sobre esse fato, percebemos que somos escravos de um sistema baseado em moeda, que nos trata como animais desprovidos do tele-encéfalo altamente desenvolvido.
Fico feliz que tenha gostado do artigo, camarada
Abs,
Abs.
Débora -
Oi Victor,
Estou de férias, mas sabe como é, todo verdadeiro amante nunca larga o amor que possui. Me interessei pela maneira como você se expressou na Rede Social.
Na verdade, eu me interessei porque pensei que seu foco fosse outro. Muito próximo com o trabalho que estou redigindo para um mestrado assim que terminar a graduação.
Seu texto é muito bom, preciso nos pontos importantes como o desejo inflado por marketeiros e agências. Na consciência da valorização do ser humano, no teor mais lúdico. É tendência nos acostumarmos com o que é prático. Por isso, vamos aderindo a essas ‘imposições’ sem nos darmos conta. E essa foi a primeira vez que eu li alguma coisa sobre as compras coletivas no sentido de te forçarem a comer algo que você talvez não comprasse senão fosse dessa forma, ’em cima do laço’.
Penso e organizo idéias para um consumidor 3.0 tb, mas de uma forma.
Parabéns pelo texto! =)
Hasta!
Tauana_Mariana (Tauana Jeffman) -
Muuuito bom o artigo do Victor Gonçalves “Caverna do Platão Digital”, http://victorgoncalves.com.br/cibercultura/caverna-de-platao-digital/